Profissionais discutem inovação sustentável com maquete de energia renovável, simbolizando descarbonização competitiva e futuro verde.

Edição 003 - Carros elétricos poluem mais do que você imagina? Descubra agora

June 25, 202515 min read

O que você verá nesta edição:

  • A biomassa pode ultrapassar a hidrelétrica até 2050 no Brasil

  • Estudo detalha como eletrificação e biocombustíveis aceleram a transição

  • Carros elétricos: quando realmente começam a descarbonizar?

  • Petrobras e Unicamp unem forças para novas tecnologias em energia

  • Acordos asiáticos com Brasil miram SAF com etanol rastreável

  • Lítio chinês segue dominando o mercado global de baterias

 

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A BIOMASSA PODE LIDERAR A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO BRASIL

A Exame divulgou recentemente um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) que aponta o potencial da biomassa para se tornar a principal fonte renovável de energia no Brasil até 2050. Hoje, ela representa cerca de 9% da matriz energética, mas pode superar até mesmo a hidrelétrica com investimentos direcionados em logística e tecnologia. 📎 Leia a matéria na Exame

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

É fundamental distinguir entre matriz energética (toda a energia consumida) e matriz elétrica (somente a eletricidade gerada). A biomassa tem papel estratégico nos dois contextos. Países do G7 já projetam que 15% da sua matriz energética será baseada em biomassa até 2030. No Brasil, o diferencial competitivo está na abundância de áreas degradadas e na capacidade de estruturar cadeias de valor a partir de resíduos — uma rota de desenvolvimento com alto impacto social, ambiental e econômico.

📽️ Vídeo no Canal: Assista aqui


ESTUDO DETALHA POTENCIAL DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA AUTOMOTIVA NO BRASIL

O Estradão publicou recentemente um relatório destacando as condições privilegiadas do Brasil para a transição energética no setor automotivo. O estudo aponta que, com uma matriz elétrica majoritariamente limpa e uma cadeia produtiva automotiva estruturada, o país pode avançar de forma eficiente tanto na eletrificação quanto nos biocombustíveis.📎Leia a matéria no Estradão

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A combinação entre veículos híbridos e biocombustíveis representa uma solução pragmática e economicamente viável. A hibridização reduz o custo operacional, ao mesmo tempo em que acelera a descarbonização da frota com menor dependência de infraestrutura nova.


CARROS ELÉTRICOS FICAM MAIS “LIMPOS” COM MATRIZ RENOVÁVEL

A Quatro Rodas divulgou uma análise da Bright Consulting mostrando que os veículos elétricos só apresentam reais ganhos ambientais se operarem com uma matriz energética descarbonizada — cenário favorável no Brasil devido à dominância hidrelétrica.📎Leia a matéria na Quatro Rodas

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Esse é um debate pouco enfrentado publicamente: a produção de carros elétricos tem pegada de carbono inicial até três vezes maior que a dos veículos a combustão. Só após muitos quilômetros rodados é que o saldo de emissões se torna positivo — e isso depende diretamente do quão limpa é a eletricidade utilizada. Há casos, como veículos esportivos ou de uso limitado, em que esse “pagamento” ambiental nunca acontece. A experiência de China, Europa e EUA mostra que mesmo com alto subsídio, o impacto pode ser limitado se a matriz energética for suja.

📽️ Vídeo no Canal: Assista aqui


COMBUSTÍVEIS SINTÉTICOS AINDA ENFRENTAM
DESAFIOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS

A Carbuzz publicou uma matéria que examina os entraves dos e-fuels, como o alto custo de produção e a complexidade tecnológica. Ainda assim, os combustíveis sintéticos são vistos como alternativa viável, especialmente em rotas que exigem menor alteração de infraestrutura.📎Leia a matéria na Carbuzz

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Assim como os elétricos, os e-fuels dependem de eletricidade limpa — o que os coloca no mesmo dilema climático. No entanto, sua principal vantagem está na compatibilidade com veículos e infraestrutura já existentes. A definição da Comissão Europeia sobre se esses combustíveis poderão ser considerados de “zero emissão” (ZEV) deve influenciar decisivamente o futuro da tecnologia. A decisão é esperada ainda este ano.


UNICAMP E PETROBRAS LANÇAM PROJETO DE P&D
EM TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

O Portal da Unicamp divulgou a nova parceria entre a universidade e a Petrobras, que vai investir em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para energia limpa, com foco em armazenamento, hidrogênio e materiais avançados.📎Leia a matéria no Portal Unicamp

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

As barreiras à escalabilidade da transição energética ainda estão fortemente ligadas à maturidade tecnológica. Hidrogênio verde, baterias mais eficientes e novos materiais são pontos críticos. Parcerias como essa ajudam a gerar segurança técnica e econômica para adoção em larga escala — mas ainda exigem forte apoio institucional e governança regulatória clara.


CENTROS DE DADOS AINDA DEPENDEM DE LÍTIO CHINÊS

O Financial Times, conforme publicado pelo Valor Econômico, alertou recentemente para a forte dependência dos data centers globais — e de toda a cadeia de baterias — do lítio refinado na China. Embora estejam em desenvolvimento novas tecnologias, como baterias orgânicas e de íons de sódio, a substituição total do lítio no curto prazo é considerada improvável.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A dependência chinesa não é apenas do lítio: minerais como grafite, níquel e cobalto também são extraídos em diferentes países, mas enviados para refino e industrialização na China. Isso inclui aplicações em carros, eletrônicos e baterias estacionárias. O cenário não deve mudar significativamente no curto ou médio prazo. A reciclagem aparece como um vetor promissor para descentralizar essa cadeia, mas ainda exige escala, logística e infraestrutura de processamento.


ONU PREVÊ AQUECIMENTO GLOBAL SEM PRECEDENTES ATÉ 2029

O Estadão divulgou um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), que projeta temperaturas médias globais entre 1,1 °C e 1,9 °C acima dos níveis pré-industriais até 2029. A entidade aponta 80% de chance de que pelo menos um dos próximos cinco anos quebre todos os recordes de calor já registrados.📎Leia a matéria no Estadão

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Apesar da desaceleração da intensidade de carbono por unidade de PIB, as emissões totais globais seguem crescendo — reflexo direto do aumento absoluto do consumo de combustíveis fósseis. Isso reforça o alerta científico e a urgência em políticas que equilibrem desenvolvimento econômico com metas climáticas. O recado dos dados é claro: desacelerar não basta, é preciso reverter. 

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FERROVIA CARAJÁS INVESTE EM SEGURANÇA E
EFICIÊNCIA AOS 40 ANOS

O Imparcial divulgou recentemente que a Estrada de Ferro Carajás, operada pela Vale, celebra quatro décadas com investimentos em sinalização, tração elétrica e sistemas de monitoramento inteligente. O objetivo é elevar a eficiência logística e contribuir para a redução das emissões na cadeia de mineração.📎Leia a matéria no Imparcial

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Embora ainda usem combustível fóssil, as locomotivas híbridas da mineração caminham para soluções mais limpas. O grande desafio é substituir a eficiência dos motores a diesel sem comprometer a tração. O etanol surge como opção promissora por ser líquido e economicamente viável.


CAMINHÕES A GÁS GANHAM FORÇA NO BRASIL
COM NOVAS LINHAS DE FINANCIAMENTO

O Estradão noticiou o crescimento da demanda por caminhões pesados movidos a GNV, impulsionado por linhas de financiamento verdes e pelos ganhos de economia operacional. Fabricantes e transportadoras reforçam o interesse na tecnologia.📎Leia a matéria no Estradão

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Trata-se de uma tecnologia dominada, mas altamente dependente da infraestrutura de abastecimento. O avanço do biometano e a expansão da rede de GNV são condições essenciais para viabilizar o uso mais amplo. Estratégias localizadas de abastecimento são o caminho mais viável no curto prazo.

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EMBRAER FIRMA PARCERIA PARA DESCARBONIZAÇÃO
AÉREA NA EUROPA

O Monitor Mercantil divulgou que a Embraer estabeleceu uma cooperação com uma associação polonesa para desenvolver soluções sustentáveis para a aviação regional, envolvendo novas tecnologias e combustíveis alternativos.📎Leia a matéria no Monitor Mercantil

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A iniciativa representa uma expansão do conceito de segurança energética por parte das empresas. Ao buscar garantir fontes sustentáveis de energia também para o uso final de seus produtos, companhias como a Embraer posicionam-se na vanguarda da transição energética.


ATERRO COM PRODUÇÃO DE BIOMETANO VIRA DILEMA EM MANAUS

A Folha de S. Paulo publicou que a Marquise Ambiental, responsável por aterros na região Norte, investiu R$ 70 milhões em um sistema de produção de biometano em Manaus. No entanto, o projeto corre risco por falta de definição contratual com a prefeitura.📎Leia a matéria na Folha de S. Paulo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Projetos de biometano em aterros sanitários oferecem soluções diretas para geração energética limpa, especialmente no contexto urbano. No entanto, por envolverem serviços públicos, enfrentam entraves jurídicos e burocráticos que dificultam a execução, mesmo quando já estruturados e financiados.


CORTE DE ENERGIA DESAFIA EMPRESAS E
REACENDE ALERTA PARA CONSUMIDOR

O Valor Econômico divulgou que os apagões registrados em 2025 causaram prejuízos às empresas do setor elétrico e reacenderam debates sobre a confiabilidade da transmissão. Estados do Nordeste foram os mais atingidos.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Esse cenário reforça a discussão sobre fontes de geração despacháveis no Nordeste, como reatores nucleares modulares. Além disso, cresce o interesse em soluções de consumo local intensivo — como datacenters e produção de hidrogênio — que podem compensar variações na oferta e dar destino à energia renovável excedente.


DISSEMINAÇÃO DA IA ESTIMULA NOVOS DATA CENTERS NO BRASIL

O Valor Econômico publicou recentemente que o avanço da inteligência artificial tem impulsionado a instalação de novos data centers no Brasil. Empresas como Scala, AWS e Microsoft lideram a expansão, que demanda cada vez mais infraestrutura energética resiliente e fontes renováveis para sustentar o crescimento.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

O movimento tende a se intensificar nos próximos anos, acompanhando a curva de adoção da IA. No entanto, a urgência da discussão sobre segurança energética e matriz limpa se torna central, já que data centers são grandes consumidores e operam 24/7. A localização próxima a fontes renováveis e estratégias de eficiência energética serão diferenciais.

🎥 Vídeo no Canal: Instagram


PROJETOS DE SAF DA ÁSIA BUSCAM ETANOL BRASILEIRO

A Globo Rural divulgou que empresas asiáticas ligadas ao mercado de combustível sustentável de aviação (SAF) estão em busca de contratos com produtores brasileiros de etanol, com início de fornecimento previsto para 2028. A atratividade está na rastreabilidade e baixa pegada de carbono do etanol nacional.📎Leia a matéria na Globo Rural

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

As metas internacionais de SAF abrem dois caminhos: via biocombustíveis de primeira geração (como o etanol tradicional) ou rotas mais complexas e caras, como os combustíveis sintéticos e de segunda geração. O etanol brasileiro ocupa posição estratégica por combinar baixo custo com desempenho ambiental. A articulação de contratos de longo prazo poderá garantir escala, diversificação de fontes e fortalecimento do Brasil na cadeia global de SAF.

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SETOR DE BIODIESEL SE MOBILIZA PARA ADOÇÃO DO B15

A Eixos noticiou recentemente que produtores e representantes do setor de biodiesel estão pressionando o governo para antecipar a implementação da mistura B15 (15% de biodiesel no diesel). A proposta busca ampliar o uso de renováveis e garantir mercado interno para a produção crescente.📎Leia a matéria na Eixos

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A justificativa de que o B15 poderia afetar os preços dos alimentos é frágil — o dólar foi o real propulsor da inflação alimentar. A retomada do plano original de aumento da mistura é fundamental para proteger os investimentos no setor. Além disso, a estratégia pode ser ampliada com opções complementares como o diesel coprocessado e o HVO, que oferecem ganhos de competitividade e menor custo.


NOVA LEI AMERICANA DEVE IMPACTAR MERCADO
GLOBAL DE BIODIESEL

O Agrolink divulgou que o Inflation Reduction Act, aprovado nos EUA, exige rastreabilidade e controle de emissões dos biocombustíveis importados, o que afeta diretamente países exportadores como o Brasil.📎Leia a matéria no Agrolink

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Sem critérios obrigatórios de conteúdo renovável mínimo, o consumo depende quase exclusivamente de subsídios públicos, o que torna o setor vulnerável a mudanças de governo. A construção de modelos mais estruturados e economicamente equilibrados será crucial para manter a competitividade internacional do biodiesel brasileiro.


MME REFORÇA PAPEL DAS EÓLICAS OFFSHORE
NA MATRIZ BRASILEIRA

O MinutoMT publicou nota técnica do Ministério de Minas e Energia destacando o potencial de 700 GW em projetos de eólicas offshore no Brasil, ressaltando a importância de regulação clara para atrair investimentos.📎Leia a matéria no MinutoMT

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Apesar do enorme potencial, a limitação técnica do despacho elétrico (curtailment) ainda impede o aproveitamento total da geração renovável. O avanço da eólica offshore pode contornar esse gargalo e reduzir os custos operacionais de grandes consumidores industriais, mas exige segurança jurídica e investimentos consistentes para viabilizar os projetos.


ESCASSEZ DE ENERGIA PÕE EM ALERTA INVESTIDORES NO MÉXICO

O Valor Econômico informou que o México enfrenta problemas de fornecimento de energia elétrica, o que tem gerado preocupação entre empresas instaladas e pode comprometer novos investimentos industriais no país.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

O desafio não é apenas com energia renovável, mas com a segurança do fornecimento energético em geral. Como hub estratégico de manufatura nas Américas, a vulnerabilidade do México nesse campo pode comprometer sua competitividade, destacando ainda mais a urgência de políticas robustas de infraestrutura energética.


CRIMES AMBIENTAIS AFASTAM DINHEIRO ‘VERDE’ DA AMAZÔNIA

O Valor Econômico divulgou dados do Instituto Igarapé que revelam como a insegurança jurídica e os crimes ambientais na Amazônia têm afastado investimentos sustentáveis na região.

📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A credibilidade ambiental é determinante para atrair capital verde. Dado que a Amazônia representa o maior volume potencial de redução de emissões no Brasil, assegurar governança, fiscalização e integridade jurídica na região é um requisito fundamental para destravar financiamentos e projetos de impacto climático positivo.


A AGRICULTURA SUSTENTÁVEL NA COP30

O Estadão publicou recentemente que especialistas em clima e agro apontam a necessidade de redirecionar subsídios agrícolas globais para práticas sustentáveis, destacando que apenas 1% da produção agrícola mundial poderia gerar até US$ 2 trilhões em ganhos ambientais e econômicos em 20 anos.📎Leia a matéria no Estadão

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

O protagonismo do setor agrícola na transição climática vai muito além dos biocombustíveis. Recuperação de solos degradados, manejo de resíduos e integração com sistemas florestais são exemplos de rotas com impacto direto em emissões e aumento de resiliência climática. A COP30 pode ser um marco para reposicionar o agro como solução climática global.


OS PERIGOS DA MINERAÇÃO MARINHA

O Valor Econômico divulgou artigo que alerta para os riscos ambientais e geopolíticos da mineração em águas profundas, ressaltando impactos potenciais sobre ecossistemas marinhos e compromissos de biodiversidade assumidos por diversos países.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

reservas significativas de minerais críticos no solo marinho, além do conteúdo diluído na água — o que atrai a atenção de governos e empresas. No entanto, os impactos vão além da poluição: a perturbação de habitats marinhos pode gerar efeitos irreversíveis sobre a biodiversidade. A ausência de regulação internacional consistente eleva os riscos ambientais e geopolíticos dessa exploração.


TRUMP LIGA ENERGIA NUCLEAR À CORRIDA DA IA
E ORDENA EXPANSÃO DO SETOR

O Estadão noticiou que o ex-presidente Donald Trump assinou decretos para acelerar a expansão da energia nuclear nos EUA, relacionando o tema à segurança energética nacional e ao crescimento explosivo da demanda por data centers impulsionados pela inteligência artificial.📎 Leia a matéria no Estadão

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A segurança energética se consolidou como prioridade estratégica em meio ao aumento global de fontes intermitentes. A aposta na energia nuclear — despachável, densa e com baixa emissão — vem sendo reavaliada por diversas nações. Com o avanço da IA e a multiplicação de data centers, a necessidade de energia confiável e limpa se torna crítica, reposicionando o nuclear no centro das decisões energéticas.

🎥 Vídeo no Canal: Assista aqui

 

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BNDES ULTRAPASSA R$ 660 MILHÕES EM CRÉDITO PARA
ENERGIA LIMPA COM LIXO

O Brasil 247 noticiou recentemente que o BNDES ampliou sua carteira de apoio a tecnologias de conversão de resíduos sólidos em energia, ultrapassando R$ 660 milhões em crédito para projetos que transformam lixo em eletricidade e biogás. 📎Leia a matéria no Brasil 247

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

O biogás se destaca como solução estratégica de descarbonização dupla, ao substituir combustíveis fósseis como o diesel e evitar emissões de metano em aterros. Além do alto poder energético, essa rota oferece sinergia com políticas de resíduos sólidos e geração distribuída de energia.


FALTA DE CRÉDITO PÕE PROJETOS CLIMÁTICOS EM
RISCO NOS PAÍSES EMERGENTES

O Valor Econômico publicou que, segundo o Climate Policy Initiative, a escassez de financiamento com custo acessível ameaça a implementação de projetos sustentáveis em países em desenvolvimento, especialmente os de carbono zero.📎Leia a matéria no Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

Esse desafio é reiteradamente apontado nas últimas COPs, revelando que muitos projetos anteriores foram concebidos sem plena análise de viabilidade econômica. Hoje, ganha espaço uma abordagem mais pragmática, que busca soluções escaláveis, financeiramente sustentáveis e com impacto ambiental e social positivo.


PARCERIA INDO-ALEMÃ INVESTIRÁ US$ 1,3 BILHÃO
EM HIDROGÊNIO E AMÔNIA NA ÍNDIA

O portal H2 View divulgou que a Alemanha e a Índia firmaram um acordo de US$ 1,3 bilhão para o desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde e amônia, com foco em transferência de tecnologia e financiamento internacional.📎Leia a matéria no H2 View

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A Alemanha já sinalizou que, assim como importa energia fóssil, também precisará importar energia limpa. O hidrogênio é o vetor principal dessa estratégia, e o transporte via amônia surge como alternativa logística viável. Essa parceria reflete o esforço de internacionalizar cadeias de valor da transição energética.

🎥 Vídeo no Canal: Assista aqui


SYMBIOSIS ACERTA CRÉDITO COM VERBA DO FUNDO CLIMA

A Globo Rural divulgou que o BNDES aprovou R$ 77,6 milhões do Fundo Clima para a Symbiosis Florestal, um projeto de reflorestamento voltado à geração de créditos de carbono.📎Leia a matéria no Globo Rural

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA:

A geração de crédito por reflorestamento é importante, mas há espaço para expandir o debate: recuperar áreas degradadas, aumentar a densidade florestal em áreas já cobertas e integrar diferentes instrumentos financeiros pode potencializar os retornos econômicos e climáticos desses projetos.


Entender é construir o futuro melhor.

Abraços
André Ferrarese

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. 

Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. 

Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

André Ferrarese

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

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