Mapa noturno da Terra destacando a Europa, com conexões de energia, ícones de tecnologias limpas, usinas e infraestrutura industrial, simbolizando a descarbonização no mundo real.

Edição 035 - Enquanto conselhos ignoram o clima, o mercado já virou a chave

January 27, 202613 min read

O que você verá nesta edição:

  • Como a descarbonização deixou de ser discurso ambiental e passou a influenciar decisões de competitividade, investimento e política industrial

  • Por que a estratégia multienergia ganha força como resposta realista às limitações de infraestrutura e regulação em diferentes mercados

  • De que maneira biotecnologia no agro, biocombustíveis e biometano conectam produtividade, segurança energética e redução de emissões

  • O descompasso entre a retórica ESG e as prioridades reais dos conselhos de administração no Brasil

  • O significado econômico e geopolítico de a União Europeia gerar mais energia limpa do que fóssil pela primeira vez

  • Como regulação, inovação e novos modelos de negócio estão criando — ou destruindo — vantagens competitivas na transição energética

    🎧Leve a Newsletter com você!

Agora você pode acompanhar os destaques da semana onde estiver: no trânsito, na caminhada ou tomando um café.
Ouça o resumo das análises da Descarbonização Competitiva no Spotify e fique por dentro dos movimentos mais relevantes da transição climática — no seu tempo, no seu ritmo.

Custom HTML/CSS/JAVASCRIPT

 

Banner com a palavra ‘TECNOLOGIA’ sobreposta a uma imagem de mãos digitando em um teclado, na qual flutuam elementos gráficos que remetem a conexões digitais

GWM APRESENTA A NOVA PLATAFORMA MULTIENERGIA ONE

A AutoData noticiou recentemente que a Great Wall Motors (GWM) apresentou sua nova plataforma global One, desenvolvida para suportar diferentes tecnologias de propulsão em uma única arquitetura. A base modular é compatível com motores a combustão, sistemas híbridos (HEV), híbridos plug-in (PHEV) e veículos 100% elétricos (BEV).

A proposta da GWM é acelerar sua adaptação às distintas realidades regulatórias e de infraestrutura dos mercados globais, ao mesmo tempo em que otimiza custos industriais, simplifica cadeias produtivas e reduz riscos de investimento. A plataforma permite ganhos de escala ao compartilhar componentes e processos entre diferentes linhas de veículos, aumentando a eficiência fabril e a flexibilidade estratégica da montadora. 🔗 Leia a matéria completa em AutoData

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Ao evitar uma aposta exclusiva em veículos 100% elétricos, a GWM adota uma estratégia pragmática frente à heterogeneidade da infraestrutura global de recarga. O impacto ambiental ocorre de forma gradual, mas o ganho competitivo é imediato: flexibilidade industrial, mitigação de riscos de capital e maior capacidade de atender múltiplos perfis de consumidores. A integração de plataformas se torna um diferencial-chave de escala e rentabilidade no processo de descarbonização do setor automotivo.


BASF APOSTA EM NOVO TRANSGÊNICO
PARA ADICIONAR R$ 20 BILHÕES AO MERCADO DE SOJA

A AgFeed publicou que a BASF lançou uma nova solução biotecnológica voltada ao controle de nematoides da soja, com potencial de adicionar cerca de R$ 20 bilhões ao mercado brasileiro. A tecnologia tem como foco o aumento da produtividade por hectare, fortalecendo a eficiência do agronegócio — um dos pilares econômicos do país.

A estratégia da BASF se apoia no uso de biotecnologia para gerar ganhos econômicos e operacionais ao produtor, ao mesmo tempo em que reduz perdas, otimiza insumos e limita a necessidade de expansão de novas áreas agrícolas. 🔗 Leia a matéria completa em AgFeed

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Tecnologias que elevam a produtividade agrícola exercem um impacto indireto, porém relevante, na descarbonização. Produzir mais em menos área reduz pressão por desmatamento — uma das principais fontes de emissões do Brasil — além de gerar ganhos energéticos e econômicos. Bioinsumos e biotecnologia avançada despontam como tendências estruturais no agro, especialmente quando combinados a soluções sinérgicas como fertilizantes orgânicos em larga escala. 🎥Assista este vídeo complementar no meu Instagram


Banner com a palavra ‘EMPRESAS’ sobreposta a uma foto de duas pessoas em traje executivo analisando gráficos em um tablet e em papéis.

AGENDA DO CLIMA FICA EM ÚLTIMO LUGAR
NAS PRIORIDADES DOS CONSELHOS NO BRASIL

O Estado de S. Paulo noticiou recentemente que uma pesquisa revelou que a agenda climática e os temas ESG ocupam a última posição entre as prioridades dos conselhos de administração de empresas brasileiras para 2026. Assuntos como crescimento econômico, gestão de talentos e transformação digital seguem dominando as discussões estratégicas.

O levantamento expõe um descompasso relevante entre o discurso público sobre sustentabilidade e a efetiva incorporação do clima nas decisões de alto nível de governança corporativa. 🔗 Leia a matéria completa em O Estado de S. Paulo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

A baixa prioridade dada ao clima nos conselhos expõe as empresas brasileiras a riscos estratégicos de longo prazo, como perda de competitividade internacional, maior custo de capital e dificuldade de acesso a mercados mais regulados. Embora desafios imediatos dominem a agenda, a ausência de visão climática tende a gerar custos de adaptação mais elevados no futuro — além da perda de oportunidades em novos vetores de crescimento econômico associados à transição energética.


PETROBRAS INVESTIRÁ R$ 6 BILHÕES NA
PRIMEIRA BIORREFINARIA DA COMPANHIA

De acordo com O Globo, a Petrobras anunciou um investimento de R$ 6 bilhões para converter uma refinaria tradicional em sua primeira biorrefinaria, dedicada à produção de biocombustíveis avançados, como diesel renovável e bioquerosene de aviação (SAF).

O projeto marca uma mudança estrutural na estratégia da companhia, que passa a diversificar seu portfólio energético e se posicionar de forma mais ativa no mercado de energia de baixo carbono. 🔗 Leia a matéria completa em O Globo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

O investimento sinaliza uma transição pragmática de uma gigante do setor de óleo e gás. A conversão de refinarias existentes em biorrefinarias é altamente escalável, aproveitando infraestrutura, logística e know-how já consolidados. O impacto ambiental é direto, especialmente no setor de transportes, enquanto o ganho competitivo reside na redução de riscos de obsolescência de ativos e na criação de novas fontes de receita em mercados regulados por metas de descarbonização. 🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram


HERBALIFE DA ENERGIA SOLAR? FÉ E
MARKETING MULTINÍVEL IMPULSIONAM A iGREEN

A InvestNews publicou que a iGreen vem expandindo rapidamente sua base de clientes ao adotar um modelo de negócio inspirado no marketing multinível para a venda de energia solar por assinatura. A estratégia se apoia em uma rede descentralizada de licenciados que prospectam consumidores e recebem comissões pelas adesões.

Esse formato tem permitido crescimento acelerado, explorando relações de confiança e capilaridade comercial como alternativa aos canais tradicionais de venda. 🔗 Leia a matéria completa em InvestNews

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

A iGreen ilustra como a inovação em modelos de negócio pode ser um vetor relevante da transição energética. A escalabilidade é impulsionada pela capilaridade comercial e pela redução de custos de aquisição de clientes. Ainda assim, o modelo exige atenção quanto à sustentabilidade financeira e reputacional no longo prazo. Em um mercado em rápida expansão, novas formas de conectar oferta e demanda se tornam tão estratégicas quanto a própria tecnologia.

Banner com a palavra ‘LEGISLAÇÃO’ sobreposta a uma imagem de balança da justiça ao fundo, com um par de óculos apoiado sobre a superfície à frente.

EXPORTAÇÕES CHINESAS DE TERRAS-RARAS
CAEM EM MEIO À DISPUTA COM O JAPÃO

O Globo noticiou recentemente que as exportações chinesas de terras-raras registraram queda, em um contexto de crescente tensão geopolítica com o Japão. Esses minerais são insumos críticos para ímãs de alta performance utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas e diversas tecnologias da economia verde.

A redução no fluxo comercial reacende o alerta sobre a forte dependência global da China nesse segmento estratégico, expondo vulnerabilidades relevantes na cadeia de suprimentos da transição energética. 🔗 Leia a matéria completa em O Globo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

A politização do fornecimento de terras-raras representa um risco sistêmico para a transição energética global. Restrições de oferta podem elevar custos, atrasar projetos e comprometer metas climáticas. Em resposta, países e empresas são forçados a investir em diversificação de fornecedores, reciclagem de materiais e pesquisa de alternativas tecnológicas — transformando um risco geopolítico em catalisador de inovação e resiliência industrial verde. 🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram


UNIÃO EUROPEIA PRODUZ MAIS ENERGIA LIMPA
DO QUE FÓSSIL PELA PRIMEIRA VEZ

Segundo a Folha de S.Paulo, a União Europeia alcançou um marco histórico ao gerar, pela primeira vez, mais eletricidade a partir de fontes renováveis do que de combustíveis fósseis. O resultado é fruto de décadas de políticas públicas consistentes, incentivo à inovação e mecanismos de precificação de carbono.

O avanço consolida o bloco como referência global na transição energética e reforça a efetividade de um arcabouço regulatório estável e ambicioso. 🔗 Leia a matéria completa em Folha de S.Paulo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

O marco europeu demonstra que a descarbonização da matriz elétrica é viável quando sustentada por políticas claras e previsíveis. Apesar dos desafios econômicos recentes, a UE oferece um benchmark relevante para outras regiões ao combinar metas de longo prazo, instrumentos de mercado e política industrial verde. O desafio agora passa pela integração de fontes intermitentes e pela ampliação de soluções como armazenamento e combustíveis sustentáveis.


TRUMP PROPÕE REPASSAR CUSTOS DE ENERGIA
DE DATA CENTERS ÀS BIG TECHS

A Fast Company Brasil publicou que uma proposta associada ao ex-presidente Donald Trump sugere que as grandes empresas de tecnologia arquem diretamente com os custos de energia consumida por seus data centers. A medida pode alterar significativamente a estrutura de custos de um dos setores que mais demandam eletricidade no mundo.

Caso implementada, a iniciativa teria impactos relevantes sobre decisões de investimento em eficiência energética, autoprodução e contratos de energia renovável. 🔗 Leia a matéria completa em Fast Company Brasil

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Dependendo do desenho regulatório, a proposta pode acelerar investimentos próprios das Big Techs em energia renovável ou simplesmente transferir custos ao consumidor final. O ponto central é a volatilidade política, que tende a elevar o risco regulatório e desestimular investimentos de longo prazo em infraestrutura energética. Paralelamente, sistemas elétricos nacionais enfrentam crescente pressão para acomodar maior demanda, fontes intermitentes e necessidades de armazenamento. 🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram


ANEEL SUSPENDE RESSARCIMENTO A
CONSUMIDORES POR INSTABILIDADES NA REDE

A UOL informou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu suspender por 90 dias uma regra que previa o ressarcimento a consumidores afetados por instabilidades na rede elétrica. A medida visa reavaliar critérios e impactos, mas gera incertezas sobre a previsibilidade regulatória do setor.

A decisão ocorre em um momento crítico de expansão da geração distribuída e de maior complexidade operacional do sistema elétrico. 🔗 Leia a matéria completa em UOL

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Mesmo decisões regulatórias pontuais afetam a percepção de risco no setor elétrico. A transição energética depende de redes robustas e de regras claras para conexão, compensação e qualidade do serviço. Suspensões e revisões frequentes, ainda que temporárias, tendem a elevar o custo de capital e reduzir o apetite por novos investimentos em infraestrutura essencial à descarbonização.


UNIÃO EUROPEIA PLANEJA PRIORIZAR TECNOLOGIA
VERDE LOCAL EM COMPRAS PÚBLICAS

O Valor Econômico noticiou que a União Europeia estuda novas regras para priorizar tecnologias verdes produzidas localmente em compras governamentais. A iniciativa se inspira em políticas como o Inflation Reduction Act (IRA) dos Estados Unidos e busca fortalecer a base industrial europeia.

O objetivo é combinar segurança de suprimentos, geração de empregos verdes e aceleração da transição energética dentro do bloco. 🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

A medida evidencia a fusão entre política climática e política industrial. Ao criar demanda protegida para tecnologias locais, a UE acelera escala e reduz riscos para investimentos inovadores. Por outro lado, pode gerar tensões comerciais e custos de curto prazo. Ainda assim, trata-se de uma estratégia clara para capturar valor econômico na economia de baixo carbono.


DESCARBONIZAÇÃO NA CHINA AVANÇA
PELO “MUNDO REAL”, DIZ AMBIENTALISTA

A Folha de S.Paulo publicou que, segundo um influente ambientalista chinês, a descarbonização no país deixou de ser um conceito abstrato e passou a ser impulsionada por oportunidades econômicas, inovação e competitividade industrial.

A transição energética chinesa passa a ser encarada como motor de mercado, e não apenas como resposta a pressões políticas ou ambientais. 🔗 Leia a matéria completa em Folha de S.Paulo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Quando a descarbonização se torna um vetor de crescimento econômico, ela ganha tração estrutural. A China, maior emissor global, internaliza a transição como parte central de sua estratégia de desenvolvimento, com impactos profundos nos mercados globais de tecnologia limpa — onde já exerce forte liderança. O desafio será equilibrar ambição climática e estabilidade econômica.


CHINA PODE NÃO CUMPRIR META DE REDUÇÃO
DA INTENSIDADE DE CARBONO

Ainda segundo a Folha de S.Paulo, análises indicam que a China pode não atingir sua meta doméstica de redução da intensidade de carbono (emissões por unidade do PIB). Apesar do avanço em renováveis, a dependência do carvão e a dificuldade de desacoplar crescimento econômico e consumo energético persistem. 🔗 Leia a matéria completa em Folha de S.Paulo

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

O caso chinês ilustra o clássico “gap de implementação” entre ambição política e realidade operacional. Mesmo com direcionamento estatal forte, a inércia de sistemas fósseis é elevada. A redução da intensidade de carbono é um avanço, mas insuficiente: para cumprir metas climáticas globais, será necessário primeiro estabilizar emissões absolutas e, em seguida, reduzi-las de forma consistente. 🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram


O BIOMETANO VAI SER MANDATÁRIO
NOS ATERROS SANITÁRIOS’, DIZ CEO DA GÁS VERDE

Segundo a XP Investimentos, Marcel Jorand, CEO da Gás Verde, afirmou que a regulamentação no Brasil deve tornar obrigatória a captura e o aproveitamento energético do biometano gerado em aterros sanitários. A expectativa de um novo marco regulatório já vem impulsionando investimentos no setor e posicionando o biometano como uma fonte estratégica para a transição energética nacional. 🔗 Leia a matéria completa em XP Investimentos

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Um mandato para o biometano é um exemplo clássico de como a regulação pode criar mercado — ou acelerá-lo de forma decisiva. Ao tornar a captura obrigatória, a política resolve um problema ambiental relevante (emissões de metano) e transforma um passivo em energia renovável e nova fonte de receita. O potencial de escala é elevado, dado o número de aterros no país, e permite uma descarbonização dupla ao substituir combustíveis fósseis, especialmente no transporte, reforçando a lógica de economia circular com forte apelo econômico.


Banner com a palavra ‘FOMENTO’ sobreposta a uma imagem de pilhas de moedas ao lado de um par de óculos e um caderno, enquanto uma mão segura outras moedas.

PROJETO LEVARÁ AGRICULTURA BRASILEIRA
PARA ANGOLA COM INVESTIMENTO DE US$ 120 MILHÕES

A Globo Rural noticiou recentemente que um projeto estimado em US$ 120 milhões pretende levar produtores e tecnologia agrícola brasileira para Angola. A iniciativa busca transferir conhecimento técnico, aumentar a produtividade local e fortalecer a segurança alimentar no país africano.

Além do impacto econômico direto, o projeto se propõe a aplicar práticas modernas de produção agrícola, com potencial de ganhos em eficiência, uso racional de insumos e menor pressão ambiental. 🔗 Leia a matéria completa em Globo Rural

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

Mais do que cooperação bilateral, o projeto representa um teste relevante para a exportação do modelo brasileiro de agronegócio sustentável. Caso bem-sucedida, a iniciativa posiciona o Brasil como ator estratégico na segurança alimentar global e na agenda climática, criando um vetor de soft power geopolítico. O desafio central está na governança: garantir que o aumento de produtividade venha acompanhado de protocolos robustos de sustentabilidade e uso eficiente da terra.


BIOCOMBUSTÍVEIS DEVEM RECEBER R$ 106 BILHÕES
EM INVESTIMENTOS ATÉ 2035

O BiodieselBR publicou que o setor de biocombustíveis no Brasil deve atrair cerca de R$ 106 bilhões em investimentos até 2035. Os recursos serão direcionados à expansão da capacidade produtiva, ao desenvolvimento de biocombustíveis avançados — como o diesel verde e o combustível sustentável de aviação (SAF) — e ao fortalecimento da infraestrutura logística.

O movimento é impulsionado por políticas como o RenovaBio, que oferecem previsibilidade regulatória e sinalizam demanda de longo prazo. 🔗 Leia a matéria completa em BiodieselBR

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA.

O volume projetado de investimentos confirma os biocombustíveis como um dos pilares estruturais da estratégia brasileira de descarbonização. Trata-se de um fomento majoritariamente privado, ancorado em regulação estável e vantagem competitiva natural do país. A escalabilidade é elevada, com impactos econômicos, sociais e ambientais relevantes, reforçando o posicionamento do Brasil como líder global na economia de baixo carbono. Biocombustíveis não são apenas soluções de transição, mas componentes permanentes em cenários de net zero.

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. 

Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. 

Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

André Ferrarese

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

LinkedIn logo icon
Instagram logo icon
Youtube logo icon
Back to Blog

Vamos trocar insigths?
Conheça meus perfis!

Comunidade Descarbonização Competitiva

Junte-se a nós para
a
transição energética.

Receba informações estratégicas e práticas toda semana e descubra como a sustentabilidade pode ser sua vantagem competitiva.

Siga minhas redes sociais: