Parque de energia renovável com painéis solares e turbinas eólicas, simbolizando a expansão das fontes limpas, a integração da matriz elétrica e a aceleração da transição energética.

Edição 029 - O futuro da energia ganhou velocidade nesta semana – veja por quê

December 02, 202512 min read

O que você verá nesta edição:

  • Uma possível ruptura no modelo de mobilidade elétrica: o reboque-bateria que pode reconfigurar custos, autonomia e modelos de negócio no setor automotivo.

  • Etanol 2G como ativo estratégico: projeções indicam aumento de oferta sem expansão de área — um movimento que pode redesenhar a competitividade dos biocombustíveis.

  • Indústria em reposicionamento acelerado: Honda, Michelin, Shell e Ferrari ampliam apostas em tecnologias limpas, sinalizando novas direções para cadeias globais de valor.

  • Infraestrutura elétrica no centro da tomada de decisões: do maior terminal de ônibus elétricos do país ao 1º leilão nacional de baterias, a economia de baixo carbono exige investimentos estruturantes imediatos.

  • Regulação entrando em terreno sensível: tributação por km rodado em VEs e debates sobre modernização do sistema elétrico mostram que a transição já pressiona o arcabouço institucional.

  • Brasil reposicionando vantagens competitivas: mapa de minerais críticos e aporte do BNDES em biocombustíveis avançados reforçam a disputa global por cadeias estratégicas.

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Agora você pode acompanhar os destaques da semana onde estiver: no trânsito, na caminhada ou tomando um café.
Ouça o resumo das análises da Descarbonização Competitiva no Spotify e fique por dentro dos movimentos mais relevantes da transição climática — no seu tempo, no seu ritmo.

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REBOQUE-BATERIA ADICIONA 300 KM
AOS VEÍCULOS ELÉTRICOS

A Pplware noticiou recentemente uma solução que pode reconfigurar o modelo de autonomia no mercado de veículos elétricos. A startup alemã EP Tender desenvolveu um reboque equipado com uma bateria de 60 kWh capaz de adicionar até 300 km ao alcance do carro, alugado sob demanda e sem qualquer modificação no veículo.

A proposta reforça o avanço do conceito de “bateria como serviço”, permitindo que consumidores paguem apenas pela autonomia extra quando realmente precisarem — e questionando o modelo atual de baterias superdimensionadas. 🔗 Leia a matéria completa em Pplware.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

Essa solução tem potencial para alterar a estrutura de custos da mobilidade elétrica, já que separa o preço da bateria de longo alcance do preço do veículo.
Isso pode baratear modelos urbanos, reduzir barreiras de adoção e abrir espaço para novos modelos de assinatura e serviços de autonomia, aproximando o setor automotivo de uma lógica mais semelhante à de aviação e logística.
A disputa será clara: o consumidor preferirá alugar autonomia ou alugar um carro?
A resposta vai redefinir margens, portfólios e a atuação de montadoras e locadoras.


FORD CONFIRMA RANGER HÍBRIDA FLEX
E MAIS POTENTE NO BRASIL

O Valor Econômico publicou que a Ford confirmou a chegada da Ranger híbrida flex, combinando motor elétrico a um motor a combustão capaz de operar com gasolina e etanol — entregando maior potência e eficiência energética.

A estratégia representa uma leitura precisa do contexto brasileiro: usar a infraestrutura de etanol para acelerar a eletrificação, reduzindo dependência de redes de recarga ainda limitadas. 🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

O híbrido flex é uma rota tecnológica de transição competitiva, permitindo descarbonização imediata sem exigir grandes investimentos em infraestrutura elétrica.
Além disso, prepara a cadeia automotiva brasileira para os sistemas de propulsão elétrica, criando capacidade técnica e industrial enquanto o mercado amadurece.
É uma estratégia de “ganho de tempo competitivo”, mantendo relevância e volume enquanto a eletrificação total não está economicamente acessível.


ETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO GANHA
FORÇA NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

A Folha de S.Paulo destacou que o etanol de segunda geração (E2G), produzido a partir de resíduos como bagaço e palha, pode ampliar em até 50% a oferta de biocombustível sem expansão de área plantada — e com uma pegada de carbono ainda menor.

A perspectiva recoloca o Brasil entre os países com maior capacidade de escalar biocombustíveis avançados no curto prazo. 🔗 Leia a matéria completa em Folha de S.Paulo.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

O E2G é uma tecnologia com alto potencial estratégico, mas ainda enfrenta custos cerca de 30% maiores que o etanol convencional.
Mesmo assim, ele elimina o debate “alimento vs. combustível”, fortalece rotas premium como SAF e combustíveis marítimos, e amplia a competitividade brasileira em mercados que exigem intensidade de carbono comprovadamente baixa.
A chave agora é escala — e políticas industriais que garantam previsibilidade ao investidor.
🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram.



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HONDA E NEOENERGIA ANUNCIAM PARCERIA EM HIDROGÊNIO VERDE

A AutoData publicou que a Honda Automóveis e a Neoenergia firmaram uma parceria para desenvolver um projeto de produção de hidrogênio verde (H2V) no Brasil, incluindo uma planta piloto de eletrólise solar em Pernambuco e estudos sobre toda a cadeia de valor, com foco em aplicações em veículos a célula de combustível. 🔗 Leia a matéria completa em AutoData.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A iniciativa é um passo importante para construir capacidade local em hidrogênio verde, em um contexto em que o Brasil tem recursos renováveis abundantes, mas ainda pouco domínio prático da cadeia.
O grande desafio está na capilaridade e distribuição do H2, sobretudo em aplicações urbanas. Mesmo assim, projetos-piloto como esse são essenciais para reduzir incertezas tecnológicas e regulatórias e preparar o país para disputar valor em uma das frentes mais estratégicas da transição energética.


STELLANTIS TEME DECLÍNIO DA INDÚSTRIA
EUROPEIA COM ATUAIS METAS DE EMISSÕES

A AutoIndústria reportou que Carlos Tavares, CEO da Stellantis, alertou que as metas agressivas de redução de emissões da União Europeia, sem uma política industrial equivalente, podem levar ao declínio da indústria automotiva europeia. Ele também destacou a pressão da concorrência chinesa em veículos elétricos. 🔗 Leia a matéria completa em AutoIndústria.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A fala de Tavares evidencia o risco de uma transição assimétrica, em que a regulação corre mais rápido que a política industrial e os instrumentos de competitividade.
Quando isso acontece, a consequência não é apenas perda de mercado, mas desaceleração da própria transição, por falta de capacidade econômica para incorporar novas tecnologias.
É um alerta que extrapola a Europa e conversa diretamente com países como o Brasil, que também precisam alinhar ambição climática com política industrial.
🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram.


MICHELIN APOSTA EM PNEU 100% RENOVÁVEL

O Valor Econômico publicou que a Michelin está acelerando seu plano de produzir pneus com 100% de materiais renováveis ou reciclados, substituindo derivados de petróleo por insumos oriundos de resíduos como casca de arroz, madeira e plásticos.

🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

Além de reduzir a pegada de carbono, a estratégia representa uma gestão ativa de risco de insumo, diminuindo dependência de derivados de petróleo e de sua volatilidade de preços.
Ao conectar resíduos de outras cadeias produtivas, a Michelin captura ganhos duplos de descarbonização e se posiciona melhor em mercados que exigem rastreabilidade e desempenho ambiental dos produtos.


LULA DIZ QUE PETROBRAS ‘SE TRANC0U’ NO
BRASIL E DEFENDE PERFURAR GÁS NA ÁFRICA

O Estadão noticiou que o presidente Lula criticou o que chamou de “ensimesmamento” da Petrobras no pré-sal brasileiro e defendeu que a empresa retome sua atuação internacional, incluindo a possibilidade de perfuração de gás em países africanos.

🔗 Leia a matéria completa em Estadão.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A discussão recoloca a Petrobras no tabuleiro geopolítico da energia, em um momento em que a transição exige equilibrar expansão de oferta com redução de emissões.
O potencial africano, com similaridades geológicas à costa brasileira, pode ser explorado com petróleo e gás de menor intensidade de carbono que a média global, o que torna esses ativos mais defensáveis na transição.
Ainda assim, trata-se de um debate que combina segurança energética, diplomacia e estratégia de descarbonização — e não pode ser lido apenas como “mais fósseis”.


GOIÂNIA TERÁ MAIOR TERMINAL DE
ÔNIBUS ELÉTRICO DO BRASIL

O Estadão Mobilidade destacou que Goiânia se prepara para operar o maior terminal de ônibus elétricos do país, com infraestrutura para recarga simultânea de 180 veículos, como parte da renovação da frota e da eletrificação do transporte público.

🔗 Leia a matéria completa em Estadão Mobilidade.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

Projetos dessa escala funcionam como laboratórios de custo total de propriedade (TCO), ajudando a esclarecer se a eletrificação de frotas urbanas se sustenta economicamente no longo prazo.
A experiência de Goiânia será referência para outras cidades avaliarem modelos de financiamento, desenho tarifário e ganhos de saúde pública associados à redução de emissões locais.
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PETRORECONCAVO E GNLINK AMPLIAM OFERTA NO NE

O Valor Econômico noticiou que PetroReconcavo e GNLink expandiram sua parceria para aumentar a oferta de gás natural comprimido (GNC) e liquefeito (GNL) no Nordeste, utilizando a lógica de “gasodutos virtuais” para atender indústrias fora da malha de gasodutos. 🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A estratégia é um exemplo de criação de mercado por meio de logística, contornando o gargalo de infraestrutura de gasodutos.
Do ponto de vista climático, porém, é essencial avaliar caso a caso: o GNL pode ter intensidade de carbono superior ao diesel, limitando seu papel como solução de descarbonização.
Ainda assim, o acesso ao gás pode gerar ganhos relevantes de eficiência produtiva e energética, com impacto positivo em competitividade regional.


SHELL E FERRARI ASSINAM CONTRATO DE LONGO PRAZO
PARA FORNECIMENTO DE ENERGIA VERDE

O Valor Econômico reportou que Shell e Ferrari renovaram e ampliaram sua parceria histórica, incorporando agora soluções de energia de baixo carbono: combustíveis sustentáveis para a Fórmula 1, energia renovável e gás natural com compensação de carbono para as instalações da Ferrari em Maranello. 🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A parceria ilustra a transformação das grandes petroleiras em provedoras de soluções energéticas integradas, usando a Fórmula 1 como vitrine tecnológica e plataforma de P&D para combustíveis avançados.
Para a Ferrari, trata-se de alinhar performance e descarbonização, reforçando que sustentabilidade passou a ser pilar estratégico até para marcas ícones de alto desempenho.
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COBRANÇA POR QUILÔMETRO RODADO SOBRE
ELÉTRICOS PODE COMEÇAR EM 2028

O iG Carros noticiou que o governo estuda implementar, já a partir de 2028, um novo modelo de tributação para veículos elétricos baseado na cobrança por quilômetro rodado, como forma de compensar a futura perda de arrecadação proveniente dos combustíveis fósseis.
A proposta promete redefinir o modelo fiscal da mobilidade no Brasil.
🔗 Leia a matéria completa em iG Carros.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A iniciativa coloca o Brasil diante de um debate inevitável: como financiar infraestrutura pública em um mundo elétrico?
Ao migrar a base tributária do combustível para o uso, o governo busca tornar o sistema fiscal resiliente à eletrificação.
O desafio estratégico será calibrar o modelo para não desestimular a adoção de EVs justamente na fase de crescimento, possivelmente com tarifas progressivas, faixas de transição ou incentivos compensatórios.
É uma mudança estrutural que pode influenciar preço final, comportamento do consumidor e competitividade do transporte elétrico no país.
🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram.


LEILÃO DE BATARIAS ABRE NOVA
FRENTE NO SETOR ELÉTRICO

O Valor Econômico noticiou que o governo federal prepara o primeiro leilão nacional dedicado a sistemas de armazenamento em baterias (BESS).
A medida busca inserir baterias como instrumento de estabilidade e flexibilidade da matriz elétrica, especialmente para lidar com a intermitência de fontes renováveis.
🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

Este leilão representa uma inovação de design de mercado que pode destravar investimentos privados massivos em armazenamento.
Ao criar um mecanismo claro de remuneração para serviços de flexibilidade, o país começa a corrigir um dos principais gargalos da transição: a ausência de previsibilidade econômica para baterias em larga escala.
Além de mitigar a intermitência de renováveis, o movimento abre caminhos para reduzir congestionamentos na transmissão e modernizar o sistema elétrico.
Ponto crítico: garantir desde já padrões de reciclagem e logística reversa para evitar futuros passivos ambientais.
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ESPECIALISTAS DEFENDEM MUDANÇA NA LEGISLAÇÃO
E REFORÇO NA INFRAESTRUTURA DO SETOR ELÉTRICO

A Folha de S.Paulo destacou que especialistas do setor elétrico defendem uma modernização urgente da legislação e investimentos robustos na infraestrutura de transmissão, diante do avanço acelerado das renováveis e da geração distribuída. 🔗 Leia a matéria completa em Folha de S.Paulo.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

O sucesso das renováveis no Brasil criou um novo paradoxo: crescemos mais rápido do que nossa infraestrutura e nossas regras conseguem acompanhar.
A combinação de geração distribuída + expansão eólica/solar centralizada exige uma revisão profunda tanto do “hardware” (linhas de transmissão) quanto do “software” regulatório (mecanismos de preço, encargos, alocação de custos).
A pergunta estratégica é: quem paga pela modernização do sistema?
Distribuidores, consumidores GD, geradores ou o sistema como um todo?
A resposta definirá competitividade, tarifas e o ritmo da transição para a próxima década.


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MDIC ELABORA MAPA DE OPORTUNIDADES
DO PAÍS EM MINERAIS CRÍTICOS

O Valor Econômico publicou que o MDIC está desenvolvendo um mapa estratégico de oportunidades em minerais críticos — insumos essenciais para baterias, turbinas eólicas, painéis solares e diversos componentes da indústria de baixo carbono.
O objetivo é posicionar o Brasil como fornecedor global relevante nessas cadeias.
🔗 Leia a matéria completa em Valor Econômico.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

A iniciativa é uma das ações mais importantes de política industrial dos últimos anos.
Minerais críticos definem soberania tecnológica, competitividade e a própria capacidade de participar das cadeias globais da transição energética.
O mapa sinaliza uma ambição que vai além da extração: verticalizar etapas da cadeia, capturar valor agregado e reduzir dependência externa — especialmente em um contexto de disputa geopolítica e reorganização global de suprimentos.
Se bem executado, torna-se um dos principais diferenciais estratégicos do Brasil no médio prazo.
🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram.


BNDES APORTA R$ 859 MILHÕES PARA A EMPRESA GAÚCHA BIOO

A Globo Rural destacou que o BNDES aprovou um aporte de R$ 859 milhões para a Bioo, destinado à construção de uma planta de etanol de segunda geração (E2G) produzido a partir de trigo e à ampliação da produção de biodiesel no Sul do país.
O movimento reforça o avanço brasileiro em biocombustíveis avançados.
🔗 Leia a matéria completa em Globo Rural.

🔍 ANÁLISE DESCARBONIZAÇÃO COMPETITIVA

O aporte materializa uma tese estratégica: o Brasil quer liderança global em biocombustíveis avançados — e vai usar instrumentos de fomento para acelerar esse posicionamento.
Ao reduzir o risco de capital para a Bioo, o BNDES sinaliza ao mercado que o E2G é prioridade nacional, estimulando novas plantas, inovação em biomassa e diversificação além da cana.
É uma peça-chave para transformar uma vantagem agrícola em vantagem tecnológica e industrial, justamente no momento em que o mundo demanda combustíveis de baixa intensidade de carbono para aviação, transporte pesado e indústria.
🎥 Assista este vídeo complementar no meu Instagram.

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. 

Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. 

Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

André Ferrarese

Minha jornada de 25 anos em engenharia automotiva me levou a liderar a inovação e a descarbonização globalmente, de São Paulo à Alemanha. Como Mestre pela USP, tive a honra de conduzir iniciativas que não apenas transformaram negócios, mas também conquistaram prêmios internacionais por sua excelência em P&D. Conectando estratégias e tecnologias de ponta, ajudo a moldar o futuro da mobilidade e da eficiência energética.

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